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Gincana - Solução para o engajamento online?

Mais de 100 bilhões de horas de conteúdo referente a games foram assistidas no YouTube em 2020.


Esse número não inclui 1 bilhão de horas em Streams de games (conteúdos ao vivo) na plataforma Twitch. Entre inúmeros recordes quebrados de utilização da internet, o Brasil conseguiu superar os Estados Unidos em tempo diário nas redes sociais.


Não há dúvida que os jovens estão nas redes e focados em games. Mas a pergunta é: Como direcionar isso para os estudos? A solução pode ser mais simples do que parece...


Gincanas existem há milhares de anos. A palavra é de origem indiana e foi se transformando, porém, o conceito é um só: um espaço – local ou temporal – onde desafios e competições acontecem.


Embora sejam comuns nas colônias de férias, as gincanas estão ganhando espaço nos cursos e nas redes sociais. A diferença é que agora as gincanas são gamificadas e online!


Elas permitem passar tarefas diferentes em forma de desafios, e a técnica da gamificação entra justamente para contextualizar e ilustrar o progresso do participante. Na prática, a gincana pode acontecer nas redes sociais através de vários posts de desafios e com conteúdo informativo para auxiliar na resolução desses desafios. Ao final de um intervalo estabelecido, os participantes mais engajados são reconhecidos.


Foi exatamente o que aconteceu em 2020 nas redes sociais da @forgames_brasil. A “Sofatrona Petropolitana” – a primeira gincana online de valorização da cultura gamer em Petrópolis. Foram 125 desafios, tais como: “reproduzir algum prédio ou local histórico de Petrópolis em um jogo” ou “criar a família imperial em algum jogo e explicar quem foram”. 162 famílias de Petrópolis participaram ao longo de 45 dias.


O SESC Rio entrou nessa também com o “Desafio Game Sesc”. Uma gincana socioeducativa gratuita realizada nas redes sociais, que estimulou a reflexão crítica em áreas como, Arte, Ciência e Tecnologia, através dos games. Foram mais de 1000 desafios realizados no ambiente que eles já frequentam e na linguagem que eles conhecem, para exercitar um pensamento crítico.

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